quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Na chegada, uma breve apresentação, todos parecia ser amigos de infância. Bruna logo se sentiu a vontade, e como! Trocou sua calsa por uma saia e voltou à mesa, os assuntos eram diversos mais se fossem numerados, claro que sexo e seus derivados ganhariam em disparada Bruna tinha um fogo que só de ficar perto dela, poderia queimar e queimar bem gostoso, sua maneira de falar deixava Fernanda excitada. Em um breve silencio Bruna começou a puxar assunto de fantasia sexual, todos falaram, todos estavam com o rosto brilhado de suar e qualquer um que chegasse ali naquele momento saberia que todos estava querendo ser tocada no mais fundo possível. Bruna sem perde tempo, pegou a mão da Fernanda e colocou entre suas pernas e começo com um tom de voz provocante:
“Minha fantasia é ser tocada, ser mordida do pé a cabeça, sentir a mão em minha boca tentando diminuir meus gritos, meus gemidos, meus suspiros e de preferência correndo risco”.
Nesse momento Bruna puxou com força a mão da Fernanda com força e aproximou da sua abertura, estava quente, muito quente. Fernanda tremeu do pé a cabeça quando sentiu que Fernanda estava sem calcinha. Mas Bruna prosseguiu. “Fico imaginando eu sentada em uma sala de entrevista com mais três candidatos e meu corpo em chamas, quando chega minha vez, apenas eu e meu desejo louco que consegue tirar a roupa da entrevistadora com os olhos, naquele momento a única coisa que passa na minha cabeça é se vou gozar gostoso”.
Fernanda já não tinha mais controle, enquanto Bruna falava lentamente, Fernanda Fazia movimentos com sua mão. As pessoas em volta não imaginava que Bruna estava realizando uma das milhares de suas fantasias. Então Bruna continuou:”E então a entrevistadora cansada da sua rotina entrega se aos prazeres, cuidadosamente encosta a porta, me pega com força, com desejo, com vontade, me deita no chão com carpete e tira toda minha roupa e me faz gozar três vezes de uma forma ÚNICA”. Nesse momento Bruna falou um pouco mais alto e todos estavam com o olhar fixo para ela, todos se levantaram da mesa como tivesse combinado, uns foram para a cozinha, outra no banheiro e o resto foram buscar o cigarro. Somente Fernanda e Bruna sentada na mesa, Bruna se recompondo do gozo e Fernanda pasma com aquela atitude de Bruna, a atitude mais gostosa!

segunda-feira, 29 de março de 2010


No meio de tanta confusão Fernanda fez um convite para Bruna, passa uma noite na casa de uma amiga. O convite não foi aceito mais o pedido de passa o dia sim.
Fernanda dormiu lá como combinado. Naquela mesa com vários copos, todos tinham seus donos e cada gole todos engolia suas preocupações, sua tristeza, Fernanda controlava cada copo,controlava também sua angustia. O decorrer da noite, no silencio que o diálogo permitia o cheiro da cordinha da calcinha de Bruna, o desejo mandava naquele instante.
Sentiu esgotada no fim da madrugada e foi se deitar. Dormiu sem nenhuma preocupação e cobriu com a coberta da felicidade que aquecia sua alma.
Manha chuvosa fazia com que seu desejo ficasse visível. Bruna estava atrasada, mas isso não era nenhuma novidade a não ser pra sua ansiedade que nunca aprendia.
Em fim Bruna chegou, Fernanda foi buscá-la, seus olhos brilhavam como estava linda, naturalmente linda. Um beijo tímido foi dado...

quinta-feira, 18 de março de 2010

No vai e vem da sua mão,Fernanda gozou ouvindo o barulho da água que fazia espontaneamente o que ela gostaria de esta fazendo, tocando aquele corpo que te levava a loucura.
No fim do seu gozo que teve duração aproximadamente de 5 segundos foi acalentada pela suave voz de Bruna. Coisas minimas assim deixavam Fernanda totalmente aos pés de Bruna, mesmo sabendo que não era isso que ela queria, pois sua mão sempre estava por perto para ajudá-la a levantar.

Bruna conseguia mudar quase sempre essa sensação.
Fernanda ligou para ela no momento em que tirava sua ultima peça de roupa. O chuveiro já se encontrava aberto e o barulho da agua era como melodia erótica em seus ouvidos, sua voz molhava entre suas pernas na mesma intensidade que o corpo de Bruna era molhado pela agua. Sua vontade de tocar aquele corpo trazia consigo o cheiro do sabonete liquido.
Em um breve momento voltou a se e notou que sua mão tocava no interior do seu sexo que encontrava se totalmente lubrificado.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Certa noite comparou sua vida com uma teia de aranha. Tão delicada, tão imprevisível, sempre na sua, mas precisava da boa vontade de alguém para esta ali, mas no fundo ninguém queria uma teia de aranha em seu quarto. Quando isso acontecia era por descuido e quando caísse na real iria limpar, sem duvida.
O vento soprava a alma, enquanto o desprezo apertava seu coração. O mato cortante da insônia ignorava seu ser...

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010


No descontrole da mente queimou um cigarro de maconha. Ficou louca! Gastou todo seu dinheiro com cerveja e com fumaça. Naquele momento teria coragem de se matar lentamente. Sentiu o reflexo do demônio em seu coração negro. Como era fácil notar que sua vida era sabotada. Fernanda já estava morta por dentro há muito tempo. Perdida no labirinto da vida como uma experiência inédita.
Seu lençol azul ficava mais escuro com as lágrimas, sua alma cada vez mais sombria. Sentiu naquele momento que alguém a carregava no colo. A dor fazia imaginar coisas (esse foi seu pensamento). Mal sabia que era a mão de Deus.
Sua capacidade de lidar com as situações que lhe feria a cada dia estavam mais frágeis. Almoçava no quarto pra ninguém vê que suas lágrimas que feria seu ser como solda caustica molhava sua comida. Passava a noite inteira chorando com a boca amarga de tanto engolir os soluços pra ninguém perceber a dor que sentia.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Não conter uma a outra era uma tarefa difícil, às vezes não tinham tempo nem de recompor. Varias vezes fizeram amor, mais cada vez era única, com uma proporção diferente cheia de descoberta.
O dia logo passou. Aquela noite estava fria, ficaram deitadas na barraca não só fisicamente. Jogaram confissões de quando eram crianças fora. Beberam selvagem até ficarem sorrindo atoa. Viveu a real felicidade se dando conta que não precisava de mais nada alem de plena confiança uma na outra. Sem comentar chegaram à conclusão que o amor entre duas mulheres existia sim.
Ao acordarem fizeram planos enquanto arrumavam as coisas para ir embora.
A cada momento dentro do ónibus a saudade já aproximava deixando bem claro que a despedida estava perto, mas consigo trazia também a certeza que poderiam repetir aquela façanha muitas vezes.
Não existiam palavras para descrever a despedida, mais o resumo seria: Olhos brilhando, coração disparado e um forte abraço que naquele instante fazia o papel das palavras. Depois desse final de semana a saudade sufocava cada vez mais.
As palavras ditas contia sangue, a depressão não admitida lhe matava em cima da cama. O espinho da duvida acertou sua medula, o sangue que corriam em suas veias estava contaminado pela arrogância. O ouro virou ferro!
Fernanda olhava os ponteiros do relógio e não conseguia para o tempo para não sentir mais dor. A navalha denominada desconfiança cortava seu peito, era pior do que um pesadelo. Andando no vale da morte procurando a vida. Isso não era justo! Várias vezes se julgou forte, mas qualquer um seria capaz de te fazer sofrer. A fortaleza tremeu, a lágrima desceu. Julgaram sem saber o que ela fazia. Acordaram a mágua que vivia em seu intimo e com isso ela não poderia lidar.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Os raios de sol penetravam na barraca procurando nos desperta. Com os olhos com dificuldade de serem abertos, Fernanda procurou Bruna ao seu lado e ali estava. Deu lhe um beijo no queixo e de presente ganhou um lindo sorriso. Ambas totalmente nuas devido ao esgotamento da longa madrugada.
Logo de manha foram dar uma molhada, tudo era divino, uma longa e linda historia de amor. Qualquer palavra dita por Bruna causava impacto. Sem duvidas cada uma estava aprendendo algo ali no meio do nada e ao mesmo tempo no meio de tudo...
Perderam-se no tempo e se acharam em um abraço. Bruna em baixo, Fernanda em cima, dominada, refém do desejo, da procura, da real vontade de se perde totalmente ao encanto. A cocha de Fernanda entre as pernas de Bruna fazia com que ela se inclinasse provocando o vulcão, que de fúria começava a ferve e suas larvas escorrem. Sexo com sexo. Suas vidas se encontravam naquele momento. A fogueira havia se apagado, as brasas de certa forma mostravam interesse de vê a consumação do desejo finalizado. Seus corpos anexos tornando um só. Com as mãos segurando a cabeça de Fernanda, começou a gritar enquanto o gozo lhe tirava as forças.
Ficaram fazendo planos até o cansaço tomar completamente seus corpos. Pra não correrem o risco de adormecer ali mesmo, foram para a barraca. Em minutos haviam adormecido...
Os sussurros levavam a mente a repugnar que estivesse totalmente húmida, que o fogo não queimava. Pegou a mão de Bruna que explorava seu próprio corpo e puxou, fazendo com que caísse sobre a grama. A fogueira já se apagava, mas as chamas dos corpos cada vez mais em combustão.
Fernanda tirou toda sua roupa já que a escuridão tirava sua timidez. Pegou a garrafa que continuava do seu lado direito, tombada e começou a derramar sobre o corpo de Bruna. Mapeou com os lábios, com a língua cada gotinha de selvagem ali derramado...