Certa noite comparou sua vida com uma teia de aranha. Tão delicada, tão imprevisível, sempre na sua, mas precisava da boa vontade de alguém para esta ali, mas no fundo ninguém queria uma teia de aranha em seu quarto. Quando isso acontecia era por descuido e quando caísse na real iria limpar, sem duvida.
O vento soprava a alma, enquanto o desprezo apertava seu coração. O mato cortante da insônia ignorava seu ser...
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
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