Os sussurros levavam a mente a repugnar que estivesse totalmente húmida, que o fogo não queimava. Pegou a mão de Bruna que explorava seu próprio corpo e puxou, fazendo com que caísse sobre a grama. A fogueira já se apagava, mas as chamas dos corpos cada vez mais em combustão.
Fernanda tirou toda sua roupa já que a escuridão tirava sua timidez. Pegou a garrafa que continuava do seu lado direito, tombada e começou a derramar sobre o corpo de Bruna. Mapeou com os lábios, com a língua cada gotinha de selvagem ali derramado...
domingo, 14 de fevereiro de 2010
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