Colocou a garrafa do seu lado direito e o copo do lado esquerdo. Estava muito escuro, a visibilidade não chegava a dez metros.
A cada gole um pensamento, a cada pensamento um leve sorriso satisfatório.
Bruna sentou-se ao seu lado, pegou o copo de sua mão e bebeu em um só gole. Colocou mais uma dose e entregou Fernanda. Enquanto ela bebia, Bruna levantou-se e foi tirando sua roupa, não tinha presa. Sua pele iluminada pelas chamas da fogueira, não era possível não olhar, nem mesmo a montanha era capaz. As mãos de Fernanda apertavam as gramas que se calavam. O corpo de Bruna gritava com a intensidade de um grão de areia virando pérola...
domingo, 14 de fevereiro de 2010
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