
Bruna continuava ali, despida, deixando aquela água banha seu corpo. Chamou Fernanda pedindo que ela levasse o sabonete e a toalha. Assim que entregou, voltou para a barraca e acendeu uma fogueira, a noite aproximava-se.
Bruna chegou enrolada na toalha, deixando cair sobre a grama. Cada gesto, cada movimento, de fato aquilo tudo era muito provocante aos olhos de Fernanda.
Pegou sua toalha e foi tomar banho. Brincou com a água. Deitou sobre as pequenas pedras pretas que por sinal estavam escorregadias e ficou olhando o céu até o surgimento da primeira estrela. Com era difícil vê-la assim tão feliz. Levantou, deu mais uma molhada e saiu. Secou seu corpo de qualquer maneira, colocou sua bermuda e sua camiseta.
Chegando a barraca reparou que Bruna dormiu ouvindo musica, evitou fazer barulho. Foi até a fogueira, acrescentou lenha e ficou olhando o fogo. Bebia vagarosamente uma dose de selvagem. Estava ventando! Foi novamente até a barraca, olhou cada curva do corpo de Bruna, pegou a garrafa de selvagem, um lençol e saiu. Abriu o lençol próximo a fogueira e deitou...
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