quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Olhou o sol que naquela semana não iluminou muito os pensamentos dos apaixonados. Aproveitou cada raio que pode, viajou com o vento, bebeu água e ficou embriagado na solidão.

Ficou triste, ficou alegre. Ficou varias noites em claro e não pensou em nada.

Conversou com a morte, mas não entendeu o porquê as pessoas morrem. Conversou com a vida, mais só sobre o presente, pois ela e muito misteriosa!

Ligou o radio, ouviu uma musica que há muito tempo não ouvia. Prestou atenção na letra e se emocionou.

Mais uma vez se sentiu frágil. Deitou em sua cama, não apagou a luz, pois estava com medo.

Adormeceu em minutos e sonhou com a morte com a morte de uma pessoa de sua família. Acordou assustada, ainda era muito cedo pra quem dorme entre as 02h00min e as 03h00min da madrugada. Lavou o rosto, fumou um cigarro e leu sobre EQM (Experiência Quase Morte). Ficou mais frágil, voltou pra cama, dormiu de medo.

Acordou na hora do almoço, comeu bem rápido, pois assim sabia que assim seu celebro iria ter dificuldade de passa a informação que o primeiro prato já seria suficiente e foi ao encontro do segundo prato. Passou mal. Reclamou e foi dormi. Quando acordou podia repetir a gula novamente. Pensou que poderia ser ansiedade, mais pra ela, isso não passava de desculpas de pessoas fracas.

Ficou horas andando porá um lado e outro com sua toalha no pescoço, e quando se sentiu cansada resolveu ir tomar banho. Colocou seu rosto em contato com a água quente que saia do chuveiro. Olhou seu corpo molhado e pensou no artigo que tinha lido no dia do seu aniversario enquanto esperava por alguém que não apareceu. O artigo era de um jornal da Igreja que relatava que masturbação em excesso era pecado. Então desistiu de cometer aquele pecado, pois já cometia outros, pelo menos no ponto de vista das pessoas.

Voltou para seu quarto e pensou o que realmente significava a saudade. Poderia ser medo, ou poderia ser carência, ou poderia ser falta de alguém especial. Em seu raciocino era a mistura das três coisas mais ninguém admitia.

Usava sempre a mesma frase: “Sinto sua falta, por que gosto de você”. Que seja não importava!

Passou a noite seguinte quase toda acordada e o dia inteiro dormindo. Sentiu mais uma vez a dor da perda, mais não havia perdido nada.

Olhou para a mesa e viu um pequeno frasco de tampa vermelha, parecido com fraco de olhos aromático, se sentiu uma Deusa, poderia movê-lo, poderia quebrá-lo, poderia fazer quase tudo, exceto interferi. Aquele frasco no fundo possuía seu livre arbitro e que por mais que colocasse outro liquido no lugar do original, qualquer um que conhecesse o frasco saberia que não era o original de fabrica.

Parou de olha o frasco. Seu raciocino não era normal. Deu uma risada sacartica de se mesmo e saiu da cozinha. Em segundos voltou e quebrou o frasco, mesmo que seu raciocínio não fosse normal não achou legal que reaproveitasse o frasco que mesmo tendo observado não soube dizer o que vinha nele...

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