Na verdade nada mais fazia sentido em sua vida, não via mais colorido, tudo era preto e branco. Seu olhar cada vez ficava mais distante, sentiu calor, sua cabeça não parava mais de doer, fechou os olhos e adormeceu ao som da televisão. Ao acorda sentiu uma leve tontura, levantou daquele sofá azul com alguns queimados de cigarro, todas causadas pela sua embriagues.
Acendeu um cigarro, fixou os olhos tristes na leve fumaça que saia do seu cigarro e em poucos minutos já se sentia bem.
No dia seguinte amanheceu cheia de alegria, nada podia te deixa triste, seu peito transbordava essência de harmonia e paz. Tomou seu banho, colocou sua bermuda preta, sua camiseta vermelha e saiu.
Observou atentamente tudo a sua volta, a adrenalina saia pelo seus poros, teve a sensação que os quarenta minutos de viagem, levou quarenta anos de sua vida.
Desceu do ónibus, que por considencia ou sei la o que era enfrente do seu ponto. Fez o que sempre fazia, entrou no bar, complimentou os conhecidos, mais não pediu sua cerveja. Conversou por alguns com duas mulheres e notou que estava atrasada. Não gostava de atraso!
Subiu a rua, parou, observou os carros, as pessoas. Sentiu um ar frio que a fez arrepiar. Continuou, poderia ir de olhos fechados, guiada apenas pelo vento. Passou novamente em uma lanchonete, comprou um maço de cigarros escondido, escondida de si mesma. Perguntou para seu pensamento, por que fiz isso? De resposta teve: Você esta louca!
Andou mais algumas ruas até chega onde queria, uma bar. Sentou, olhou todos a sua volta, mudou de lugar. Ali sim era o lugar perfeito. Procurou a felicidade e percebeu que estava lado a lado com ela.
Cerveja, culinária mineira, tudo ali, mais ela não queria, passou algumas horas e ao menos teve vontade de beber e comer. Só não deixou de fumar mais pode se orgulha, pois diminuiu. Com tudo isso, teve certeza que só tinha vontade de beber quando estava mal, ou seja, quase sempre.
Resolveu ir embora, cantou em pensamentos. Olhou para o céu e notou que não havia nenhuma estrela. Fez o mesmo trageto de volta pra sua casa, foi bem mais rápida, só que mais cansativa.
Chegou, escutava apenas seus passos, o silencio fazia eco. Sentou no sofá azul da sala, olhou mais uma vez para o nada e caiu em pensamentos. Sentiu seus olhos pesados, tirou a roupa e se deitou. O sono a tocava mais tinha mais tinha medo de fecha os olhos, medo de perde algo que ainda não ganhou, medo, mais não sabia do que.
Começou a conta em pensamentos quantas vezes piscava a cada respiração e expiração. Não conseguia conta e logo teve certeza que era impossível fazer isso.
Lentamente foi perdendo a memoria, sua respiração estava fraca e o seu ultimo pensamento, foi no corpo de uma mulher nua.Minutos depois dormia feito uma criança. Podia compara seu sono com o sereno no vidro de um carro, esperando apenas o calor do sol para evapora. Em seu caso, esperava apenas seu corpo descansa.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
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