
Na inocência de Fernanda sua alma extravasava pra dormi com Bruna. Não dava pra ficar na cama, pois quando apagava a luz s solidão deitava ao seu lado. Sentiu a água tocando seu corpo como se fosse uma mão. Não conseguia dormi, pois o sono fazia pirraça e levantava. Deitou na varanda e olhou o céu opaco enquanto o sereno esfriava seu corpo provocando hipotermia de saudade. Ao som de cachorros que latiam para o desconhecido, seu coração batia gritando o nome de Bruna.
Como era difícil sentir o cheiro da madrugada e tentar entender que isso era simplesmente a vida...
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