Fernanda queimou o livro da mentira e começou a viver na dura crueldade realista. Com sua mochila de defeitos na frente saiu e conheceu a banal ideologia da salvação mundial. Não deixava pegadas pelo caminho mais buscava uma batida viva. Naquele momento era o que tinha na corrida da vida.
Encontrou o lugar que pertencia e guardou no silencio.
Ceifar, essa era a palavra que utilizou para um novo começo. Chora não mais...
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
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