segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010


Depois de horas de viagem, o destino estava perto. Bruna sentia dificuldade em andar, pois a vaidade de sua total natureza feminina não concedia sair sem um belo santo alto. Em meio aqueles cascalhos, os cantos dos pássaros, aquele vento com cheiro de folhas verdes. As árvores traziam consigo o frescor em forma de sombras naquela pequena rua deserta.
Enfim chegaram!Uma pequena cachoeira e uma planice perfeita para armar uma barraca. A grama era tão verde que brilhava com os raios de sol. Uma árvore enorme, com lindas flores amarelas, um lugar isolado, até o silencio fazia barulho.
Enquanto Fernanda observava calmamente ao seu redor, Bruna sentia a grama com seus pés.
O dialogo ocorria através de olhares, era fácil compreender.
Fernanda parou de observa e foi montar a barraca. Tinha dificuldade, mas não perdia a paciência. Calmamente erguia uma parte que em segundos caia, com isso arrancava um lindo sorriso de Bruna. Concentrou-se e quando sentiu o vento em seu rosto, trazendo o perfume da pele de Bruna, buscou sua imagem que estava deitada sobre uma pedra com um belo biquíni branco, a água que descia sobre a pedra deixava seu biquíni transparente...

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