sábado, 9 de janeiro de 2010


Por que esquecemos o amor? Por que recuamos quando sentimos medo? Varias vezes Fernanda fez essas perguntas a se mesma. Buscou a cura do seu medo pouco a pouco. Sentia segura somente com um copo na mão! Isso sim e ser um alcoólatra ativa. Perguntava-se se sempre teria que espera alguém que fizesse juras de amor sinceras. Não podia esperar para sempre, seu coração precisava dessa bateria chamada sentimento próprio.
Fernanda muitas vezes definiu varias traições da seguinte forma: “adoro Veneza, mas não gostaria de viver La para sempre”.
Os encontros com Bruna ficaram cada vez mais frequentes praticamente se viam todos os dias, o sentimento cada vez maior ao ponto de Fernanda se sentir em um avião que estava preste a cai e sua única ação seria ligar para Bruna e dizer o quanto estava apaixonada, dizer o quando foi importante conhecê-la, tentar dizer naqueles segundos restantes que morreria feliz só de ter ouvido sua voz...

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