A cada minuto que se passavam os poucos raios de sol que entravam pela janela do quarto, descrevia a forte temperatura daquele mês. Após cada gesto egoísta revelando independência, ambas seguiram seu caminho. Fernanda entrou em um bar, pediu uma cerveja. Ao longo de sua estádia naquele bar, foi embora apenas com sua embriagues nítida a qualquer olhar.
Chegou a sua casa, tirou lentamente cada peça de roupa, passou as mãos em seu rosto e deixou a água lentamente cai sobre seu corpo, se perdeu em lembranças da madrugada anterior, seu corpo começou aquecer e a vontade de se tocar estava à flor da pele. Olhou para o espelho e não viu seu corpo e sim o corpo de Bruna. As lembranças ficaram mais intensas, era tarde de mais para fugir, seu corpo suplicava por um toque, estava com sede e o pote era sua mão. Fez o que seu corpo pediu e saiu satisfeita do banheiro com o apogeu que teve.
Deitou, nem se deu o trabalho de se vesti, dormiu em minutos e seu sonho fugiu para dormi com Bruna...
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